sexta-feira, 30 de março de 2012

Mais sorte do que juízo

Lanzini tinha acabado de entrar e sofreu a falta.
Rafael Sóbis,  que tinha também recém entrado, bateu a falta.
Fluminense 1 x 0 Zamora.
Classificados e, até agora, com 100% de aproveitamento.
Mas, pelo menos esta noite, às custas de mais sorte do que juízo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Primeiro tempo de dar sono

A tática do Abel foi: já que os caras se plantam todos lá atrás o tempo todo, vamos atraí-los cá pra nossa defesa e, assim, abrir espaço pra atacar. Resultado: o Leandro Euzébio e o Anderson ficaram trocando bola na defesa, mas nada do Zamora tentar tirar a bola deles. Só espero que o Abel bote pilha no time durante o intervalo, pra neutralizar o lexotan que, parece, todo mundo tomou antes do jogo. Se não fizer isso, no mínimo vai dar empate, com gosto de derrota. Afinal, não basta se classificar. Tem que jogar bem.

terça-feira, 27 de março de 2012

O nosso segundo volante ...

segundo João Carlos Teatini:

E o Marcão era muito melhor que o Diguinho...


Uma boa noticia é que parece que Diguinho está aprendendo um pouco com o Deco 

domingo, 25 de março de 2012

Um bem sucedido jogo-treino

Acabei de ver o vt de Fluminense 2 x 0 Bonsucesso.
Gostei do jogo-treino contra o fraquinho Bonsucesso. Gostei principalmente do primeiro tempo. O time jogou solto, fez correr a bola, errou poucos passes. Foi bom ver o Fred fazer gol de bola corrida, em jogada excelente do Wellington Nem. O garoto, que sofreu o pênalti do segundo gol, convertido por Fred, está jogando o fino, sem nada dever aos badalados Lucas e Oscar, Neymar e Ganso à parte.
No segundo tempo, para o qual o Fred não voltou, poupado por precaução, o time só fez gastar a bola.
Foi, em síntese, um bom preparo para enfrentar o Zamora, quarta, na Venezuela.
O melhor do jogo, descontada a nossa vitória, é claro, foi ver o Marcão de técnico do Bonsucesso. Depois do Parreira, o Marcão foi o maior herói do time que ganhou a Terceirona em 1999. Com exceção de um, vi todos os jogos daquela campanha dramática.
Marcão era o coração do time.
Me junto ao Abel, desejando que nosso bravo ex-volante esteja logo treinando um time de tradição no futebol brasileiro.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Morreu Chico Anysio

No futebol, ele torcia para o Vasco.
Na vida, nunca encontrei ninguém que não torcesse por ele. Um dos mais geniais artistas da nossa história, em todos os tempos. Ator, escritor, dramaturgo, letrista, pintor, o humorista era a síntese mais visível de todos esses talentos que ele tinha, o humor o seu máximo talento.
No meu panteão de artistas, onde venero Lima Barreto, Mário Lago, Oscarito, Grande Otelo, Paulo Gracindo, Cartola, Tom Jobim, Elizete Cardoso, Elis Regina, Tim Maia, venero agora também o Professor Raimundo, o Alberto Roberto, o Coalhada, o Justo Veríssimo, o Jovem, o Tavares, o Bozó, o Painho, o Tim Tones, o Roberval Taylor, o .....

Ato falho

Na primeira versão deste post, escrevi Socialiste de Pés Descalços. Peço perdão à velha amiga por ter errado o nome dela, mas foi só um ato falho, pois minha amiga é a única socialite socialista que conheço. Sorry, Natalia Tamborindeguy.

Parada estratégica

Confesso que com todo mundo em campo esta semana - Copa do Brasil e Libertadores -, senti saudades de um jogo do Fluzão. Mas, quem certamente não queria saber de jogo no meio da semana era o Abelão. Pra ele, mais do que técnica e tática, a parada foi estratégica. Botou a turma pra descansar um pouco, mas só um pouco, porque treino teve todo dia. Não estive lá, nas Laranjeiras. Porém soube que o Abel cansou a defesa, principalmente o Leandro Eusébio , o Anderson e o Cavalieri, de tanto mandar cruzar bola na área. Consta que pra cada cabeçada certeira dos zagueiros - pra longe da área evidentemente - e pra cada defesa de soco do Cavalieri, o Celso Barros garantia mais um dependente nos planos de saúde da rapaziada. Já o Diguinho treinou passes cursos, médios e longos com o Valência e o Edinho, e recebeu aulas de boas maneiras da minha velha amiga, a Socialite dos Pés Descalços. Mais lá pra frente, no ataque, o Rafael Moura recebeu do Rodrigo Caetano uma cartilha escrita pelo Arnaldo César Coelho, depois que deixou o apito, intitulada O que é impedimento. De resto, nada especial foi feito para o Fred, o Deco e o Thiago Neves, embora o centroavante esteja precisando um um meio Lexotan de 2 mg pra se acalmar durante os jogos. Anda reclamando demais, pra gol de menos.

domingo, 18 de março de 2012

Um pérola do José Simão ...

... que não pude deixar de postar:

"Junta Adriano, Ronaldinho e Vagner Love, e o clube muda de nome pra Clube de Ressacas Flamengo".

Para desinchar a cabeça, ....


... depois de uma noite mal dormida, fui passear na Wikipédia e achei, vide abaixo, uma lembrança de um dos maiores ídolos de nossa história tricolor, nosso maior goleador até hoje: Waldo

Waldo Machado da Silva (Niterói, 9 de setembro de 1934) é o maior goleador da história do Fluminense.
Waldo começou a sua carreira no Madureira, transferindo-se para o Fluzão em 1954, tendo permanecido no Tricolor das Laranjeiras até 1961.

]Fluminense

No Fluminense Waldo conquistou o Campeonato Carioca de 1959, foi campeão da Zona Sul da Taça Brasil em 1960 e conquistou dois títulos doTorneio Rio-São Paulo em 1957 e 1960, sendo até hoje o maior artilheiro da história deste clube, não tendo marcado um único gol de pênalti sequer em sua carreira, o que ajuda muito a aumentar as estatísticas de vários artilheiros.
Seu estilo era rompedor, sem firulas, e por isto mesmo, perdia pouquíssimos gols, fazendo-os de todas as formas, mas geralmente com simplicidade e objetividade. No Fluminense, Waldo foi artilheiro do Campeonato Carioca em 1956 e do Torneio Rio-São Paulo em 1957 e 1960.
Na época em que comandou o ataque do Fluminense, o Tricolor teve o ataque mais positivo dos Torneios Rio-São Paulo em 195419551957 e1960 (sendo que em 1956 este torneio não foi realizado), assim como aconteceu na Taça Brasil de 1960.
Waldo fez 41 gols em 59 jogos atuando pelo Tricolor na história do Torneio Rio-São Paulo, sendo também o maior artilheiro do Fluminense nesta competição.[2]


Carreira na Espanha

Em 1962, Waldo transferiu-se para o Valencia CF, sendo até 2006, o segundo maior artilheiro da história deste clube espanhol, com 160 gols em 296 partidas oficiais, atrás somente do jogador Mundo. Na temporada 1966/1967 foi o artilheiro da Liga Espanhola e até 2006 era o brasileiro com maior número de gols nessa liga, só então sendo superado por Ronaldo. No Valencia, Waldo foi campeão da Copa UEFA em 1962 e 1963 (artilheiro desta competição em 1962), além de campeão da Copa do Rei em 1967.
Após terminar a sua carreira como jogador, Waldo radicou-se na cidade de Valência.
Antes de emigrar para a Espanha, Waldo fez ainda dois gols pela Seleção Brasileira (tendo sido campeão da Taça Atlântico em 1960) e seis pela Seleção Carioca, somando pelo menos 504 gols (faltam nesta conta eventuais gols que teria feito em jogos não oficiais pelo Valencia e gols que tenha feito pelo Hércules, da cidade de Alicante) em sua exitosa carreira no Brasil e no exterior.


Títulos

Fluminense
Valencia

sábado, 17 de março de 2012

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fernando escreveu:


"Seleção? o que é seleção?.

Costumo dizer que eu não acompanho futebol. Eu acompanho o Fluminense! hehehehe :)"




Raquel comentou:

"Eu não quero que convoque ninguém mesmo. Já pensou se o Fred, o Deco ou o W. Nem se machucando num desses amistosos contra a seleção do Gabão? Melhor a gente se focar na Libertadores mesmo".


Verdade!
Melhor deixar a Olimpíada pro Ganso e pro Neymar.
Vamos focar em ganhar tudo em 2012: Libertadores, Brasileirão e o Mundial.

O sonho virou pesadelo

Virou, mas para os urubus.
Quando fizeram o segundo, mudei de canal. Até a Fox News já começou a incensar o 'R10', mesmo quando o gol é de pênalti. Dormi meio mal, mas poderia ter dormido muito bem se tivesse tido a constância para esperar a reação heróica dos bravos paraguaios.
Mas o que quero mesmo nesta manhã é juntar o meu protesto ao da maioria da torcida brasileira pela inclusão do dito R10 na lista olímpica (aliás, o castigo já começou a vir, depois do cala boca que o Olímpia paraguaio deu nele ontem). Nem a inclusão mais que merecida do Wellington Nem - o Messi de Xerem - aliviou a revolta que senti.
Precisamos começar uma campanha contra a hegemonia flamenguista-corinthiana que domina o futebol brasileiro, da Globo à CBF.
Engulo até o Muricy para nos livramos da incompetência e sabujice política desse fala-macia de meia tigela que é o Mano Menezes. Mas, se der Filipão, até que não vou reclamar.


quinta-feira, 15 de março de 2012

Deu em O Globo:

Adriano e goleiro Bruno na mira do Flamengo.
Secretaria de Segurança já planeja UPP na Gávea.

Abelão, o Concertista

Copiei o post abaixo do Blog do Maria (blogdomaria.blogosfera.uol.com.br), veterano e competente cronista esportivo. O que mais dizer sobre o nosso grande, e sofisticado, treinador?

"Quem olhar Abel Braga à beira do campo irritado e aos gritos, jamais poderá imaginar aquela imensa figura sentada diante de um piano, tocando clássicos de Chopin, Beethoven, Bach…
Sei disso, porque nos anos 70,atuando como repórter, acompanhei o Fluminense em muitas viagens. Nos hotéis onde a delegação tricolor se hospedava, Abelão costumava brindar os hóspedes na hora do jantar tocando prelúdios, sonatas de autores famosos. E, ao final, era sempe muito aplaudido.
Que Abelão consiga fazer com que a equipe tricolor seja aplaudida pelos torcedores com o meso entusiasmo daqueles hóspedes.
Ahh …  entre muitos títulos, Abelão comandou o Internacional nas conquistas da Libertadores e do Mundial Interclubes, em 2006."

Comecei hoje uma campanha pra pôr o ....

....  (argh!) Muricy na seleção, antes que a CBF queira nos tirar o Abelão.




Rogério escreveu:

Confesso que meu medo era o Zamora ser o nosso Boa Vista da Libertadores...
1x0 é goleada!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Deu pro gasto.

1 a 0.
Anderson.
Tá mais que bom.

Melhor em campo: Wellington Nem, o Messi de Xerem.
Segundo melhor em campo: Valencia. O colombiano tem jogado bem pacas. Justiça lhe seja feita.


Que venha o Zamora!

Com o perdão do Hugo Chávez (e votos de boa saúde), mas o irmão dele, cartola-mor do Zamora, vai voltar amanhã de cabeça inchada pra Venezuela.
3 a 0 estará de bom tamanho.
Dois do Fred e um do Sóbis.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Direto de La Bombonera, por Rogério Thomaz Jr.


Crônica de uma noite tangera em La Boca


(com fotos da partida)

Um dia perfeito

Dom Cesar de Echagüe era um fazendeiro californiano do século XIX; galante ao ponto de parecer um tanto efeminado, mas que, quando assumia o papel de O Coyote, se transformava em um bravo justiceiro, espécie de Zorro nascido da imaginação do escritor espanhol, J. Mallorqui. Meu pai adorava os livrinhos do Coyote.

Nas suas incursões justiceiras pelo território de Los Angeles, O Coyote contava com a ajuda de um índio, Pedro Benvindo, dotado da raríssima habilidade de ler pensamentos.

Ontem, 7 de março, era dia de meu aniversário. Eu tinha pensado em me dar um presente, mas uns dez dias atrás me ligou o Sobrenatural de Almada, o que ele só costuma fazer quando tem coisa muito importante pra me dizer, e sempre relacionada ao Fluzão. Pra quem não lembra o Sobrenatural é um imigrante espanhol que décadas atrás deu com seus costados em Lages, e lá vive até hoje.

Como se tivesse lido meus pensamentos, à moda do Pedro Benvindo, o Sobrenatural foi logo dizendo: "Olvides logo essa história de passar seu cumpleaños em Buenos Aires, pra ver o Fluzão en La Bombonera.  É urucubaca na certa! Te quedes em Brasília, com tu família, almoce com los nietos, curta as mensagens que receberás de tus amigos, leve tu mujer para cenar, pero no em un desses restaurantes nuevos de shopping. Que tal el o La Chaumière? E despues de um buen vino, español e jamás argentino, veja la peleja pela internet".

Segui à risca o conselho do Sobrenatural, e tive ontem o meu dia perfeito.

O Barcelona das Américas, não é Zé Márcio?, calou o Boca e a boca da Bombonera.

Um final perfeito para um dia perfeito.


quarta-feira, 7 de março de 2012

O nosso Messi

José Márcio Mollo escreve para manifestar sua irrestrita confiança em uma vitória hoje à noite, destacando que, afinal, somos "o Barcelona da América Latina". Valeu a dica, Zé.

Deco, Thiago Neves e Fred nada devem mesmo ao Xavi, Iniesta e Sánchez. O Edinho é melhor que o Busquets, pra não valer no desnível técnico entre o Puyol e o grande Leandro Euzébio.

E o Wellington Nem?
É o nosso Messi.

Que venham o Boca e a Bombonera!


quinta-feira, 1 de março de 2012

Betinho escreveu:


"Foi realmente muito bom voltar a ganhar um clássico e de quebra levar a Taça Guanabara. Concordo com você: o Flu jogou demais !!! Thiago Neves, Deco, Fred, Wellington Nem e Bruno jogaram muito. Mas não posso deixar de enaltecer a excelente atuação do Diguinho, um leão combatendo em todos os lugares do campo e anulando completamente o Juninho Pernambucano.
Um grande abraço,
Betinho

Meu comentário: Tanto quanto o Diguinho, o Valência, que apagou o Diego Souza (aliás, eram duas crias de Xerém no Vasco; o dito Diego Souza e o Rodolfo). Mas, apesar disso, o Diguinho é a minha grande implicância. Bate demais, passa mal. Mas acho que só eu implico. Entra técnico, sai técnico, e ele nunca sai do time titular.


Rogério Thomaz escreveu:

"Estou de férias viajando pela Argentina e quiçá na quarta estarei na La Bombonera com a bandeira e a camisa do Flu na espremida seção para os 2 mil hinchas visitantes...
Fiz uma "prece" no Cristo Redentor dos Andes (a 4.000m ao lado do Aconcágua) em vídeo e até segunda espero colocá-lo no Youtube...
abrs
R."

Torça por nós em La Bombonera, Rogério. A vitória é  maior presente que poderia ganhar no dia do meu aniversário.
Abraço,
M.C.